every night the stars will shine.


Não importando o quanto eu negue, o quanto eu ando me esforçando para disfarçar e enganar todos que estão ao meu redor: Eu decididamente não sei ficar bem. Não sei sorrir quando todo o meu corpo anda se curvando de dor. Eu sinto tanta falta de nós dois. Daqueles dois bobos apaixonados que nós deixamos para trás. E é por você, que agora guardo o meu orgulho no bolso, e genuinamente te peço desculpas. Perdoe-me. Pela falta de coragem; por não ter forças para lutar por nós dois. Me desculpe pela covardia e por me afugentar quando tudo o que tu mais precisava era me ter ao teu lado – eu também te necessitava. Entretanto, sempre fui indefesa. Sempre fingi ser forte quando por dentro derretia por completa. E tu me causaste dor, amor; e disso indivíduo nenhum conseguirá me fazer esquecer. Desculpe-me por fugir quando tudo o que tu procuravas era alguém forte o bastante para te segurar e te fazer ficar. Eu te perdi de vista e tu não vens mais me procurar. E eu sei que teu coração ainda bate na esperança de que tu me tenhas novamente em teus braços. Mas para nós, nessa altura do campeonato, já é tarde demais. E, meu Deus, como me dói por inteira ter que admitir isso. Como teu amor continua a me massacrar; tirar minhas ultimas forças – aquelas que restaram depois do teu golpe final. Nós nos perdemos e não há mais nada que nos recupere. Estou morrendo pouco a pouco, porque ficar sem você é o pior sacrifício que já ousei cometer. E não há algo que eu mais odeie do que me contentar a sentir falta do que nós éramos. Do que deixamos para trás. Dos planos; dos sonhos. Das brincadeiras idiotas e dos significados dos olhares e sorrisos que só você conseguia identificar. E independente do quanto nós nos esforcemos e do quanto que eu gostaria de acreditar fielmente, as coisas não irão mais voltar. Eu estou num canto completamente oposto do teu. Meus planos não se encaixam mais nos teus. Meu sorriso já não te pertence – hoje tu estás incrustado em minhas lágrimas. E meu coração, coitado, despedaçado que só vendo, está sem forças para bater por você. Mas passa. Eu guardei num cantinho aqui dentro tudo o que te pertence. Só não quero que tu aprenda a conviver sem qualquer vestígio meu; por favor, isso não. Não entre no direito de me esquecer por completa. Porque, mesmo em ritmos contrários, de uma forma ou de outra eu sempre irei te pertencer – mesmo que indiretamente. Mas nós dois sabemos que não há mais motivos para continuar. Que já nos desgastamos o bastante. Porque apesar de tudo, eu te quero bem, te quero feliz. E nós dois, juntos sob o mesmo local, só nos autodestruímos. Sobretudo, saiba que eu continuo pedindo baixinho para que tudo fique bem. Para que ainda encontremos uma saída. (icanbeyourcocaine) 

Não importando o quanto eu negue, o quanto eu ando me esforçando para disfarçar e enganar todos que estão ao meu redor: Eu decididamente não sei ficar bem. Não sei sorrir quando todo o meu corpo anda se curvando de dor. Eu sinto tanta falta de nós dois. Daqueles dois bobos apaixonados que nós deixamos para trás. E é por você, que agora guardo o meu orgulho no bolso, e genuinamente te peço desculpas. Perdoe-me. Pela falta de coragem; por não ter forças para lutar por nós dois. Me desculpe pela covardia e por me afugentar quando tudo o que tu mais precisava era me ter ao teu lado – eu também te necessitava. Entretanto, sempre fui indefesa. Sempre fingi ser forte quando por dentro derretia por completa. E tu me causaste dor, amor; e disso indivíduo nenhum conseguirá me fazer esquecer. Desculpe-me por fugir quando tudo o que tu procuravas era alguém forte o bastante para te segurar e te fazer ficar. Eu te perdi de vista e tu não vens mais me procurar. E eu sei que teu coração ainda bate na esperança de que tu me tenhas novamente em teus braços. Mas para nós, nessa altura do campeonato, já é tarde demais. E, meu Deus, como me dói por inteira ter que admitir isso. Como teu amor continua a me massacrar; tirar minhas ultimas forças – aquelas que restaram depois do teu golpe final. Nós nos perdemos e não há mais nada que nos recupere. Estou morrendo pouco a pouco, porque ficar sem você é o pior sacrifício que já ousei cometer. E não há algo que eu mais odeie do que me contentar a sentir falta do que nós éramos. Do que deixamos para trás. Dos planos; dos sonhos. Das brincadeiras idiotas e dos significados dos olhares e sorrisos que só você conseguia identificar. E independente do quanto nós nos esforcemos e do quanto que eu gostaria de acreditar fielmente, as coisas não irão mais voltar. Eu estou num canto completamente oposto do teu. Meus planos não se encaixam mais nos teus. Meu sorriso já não te pertence – hoje tu estás incrustado em minhas lágrimas. E meu coração, coitado, despedaçado que só vendo, está sem forças para bater por você. Mas passa. Eu guardei num cantinho aqui dentro tudo o que te pertence. Só não quero que tu aprenda a conviver sem qualquer vestígio meu; por favor, isso não. Não entre no direito de me esquecer por completa. Porque, mesmo em ritmos contrários, de uma forma ou de outra eu sempre irei te pertencer – mesmo que indiretamente. Mas nós dois sabemos que não há mais motivos para continuar. Que já nos desgastamos o bastante. Porque apesar de tudo, eu te quero bem, te quero feliz. E nós dois, juntos sob o mesmo local, só nos autodestruímos. Sobretudo, saiba que eu continuo pedindo baixinho para que tudo fique bem. Para que ainda encontremos uma saída. (icanbeyourcocaine)